Federação
manteve intensa programação na quinta e sexta
Atualizada
em 1.12.2008
Seminário sobre biocombustível e suas implicações,
reunião da direção
com presidentes de sindicatos e aprovação da previsão orçamentária
2009
A repercussão
do biocombustível no RS
O Seminário Estadual
de Meio Ambiente promovido pela FTIA-RS, na sede da Federação,debateu
os "Reflexos dos Biocombustíveis e da Silvicultura no RS".
Os trabalhos foram abertos pelo presidente Cairo Fernando Reinhardt, o secretário
geral Darci Pires da Rocha e o secretário de saúde da federação
Sebastião Nunes Pinto. A primeira palestra foi com os engenheiros mecânicos
Paulo Dossa (Metroplan), e José Enoir (FEE) intitulada "Biocombustíveis
- Aspectos técnicos, institucionais e econômicos". Eles relataram
aspectos ambientais da exploração da energia natural. “
Estamos diante de impasse: energia ou meio ambiente?” , questionou Paulo
Dossa. Isso se deve ao crescimento de demandas, como a concentração
de gás carbônico na natureza e a falta de controle destes gases.
Após intervalo de quinze minutos, foi aberto espaço para debate
sobre o tema. Em seguida, iniciou a palestra "A Expansão da Silvicultura
no RS e seus impactos na cadeia da alimentação", com Pardal
(Via Campesina), para logo abrir-se espaço para debate sobre o assunto.
Reunião ampliada
debateu temas importantes
Análise
de conjuntura e políticas a serem adotadas pela Federação
para os próximos meses marcaram a reunião da direção
geral e presidentes de Sindicato. A FTIA-RS vai investir pesado na luta contra
o fator previdenciário, cobrando posições de vereadores
e parlamentares em suas regiões. “ Queremos desencadear um grande
movimento no Estado junto as Câmaras de Vereadores, realizando audiências
públicas, e cobrando posições dos Prefeitos e parlamentares
gaúchos”, afirmou o presidente da FTIA-RS, Cairo Reinhardt.
A Federação e os sindicatos irão disponibilizar transporte
para Brasília, no dia em que ocorrer a votação ( ainda
sem data definida).
Ivar
Pavan participou do encontro
No início da reunião
da direção ampliada, o deputado estadual, Ivar Pavan (PT) fez
análise de conjuntura. "Aprendi que os governos não agem,
mas reagem a uma forte pressão política para atender a demandas",
disse Ivar. Lembrou de experiência em várias mobilizações
históricas que se converteram em políticas públicas, como
a aposentadoria das mulheres trabalhadoras rurais, seguro agrícola, financiamento
para a habitação rural.
Reforçou que não são ações isoladas que garantirão
alterações nas regras da aposentadoria, como por exemplo a equiparação
dos reajustes dos aposentados aos índices aplicados ao salário
mínimo, se não houver ampla mobilização. Também
adiantou que considera importante o escalonamento dos reajustes, estabelecendo
limites para aposentadorias muito altas, como às superiores a 15 salários
mínimos, garantindo sempre a reposição da inflação.
O deputado petista também comparou a diferença entre o projeto
de desenvolvimento com inclusão social promovido pelo presidente Lula
e o discurso falso de palanque da governadora, que agora retira mais de R$ 2
bilhões da saúde e da educação do Orçamento
2009, descumprindo a Constituição. "O discurso do déficit
zero é uma imagem ilusória. Ela tirou recursos das áreas
sociais. Esta manobra numérica se desmancha imediatamente e acentua a
gravidade na prestação dos serviços públicos",
alertou.
Sábado:
previsão orçamentária 2009 analisada e aprovada
No sábado pela manhã o momento foi de reflexão sobre o
futuro financeiro da Federação. Foi analisada e aprovada a previsão
orçamentária para 2009.
Próxima
Olimpíada será em Bento Gonçalves
Ouve avaliação positiva da 13a Olimpíadas da Alimentação
RS, que neste ano ocorreu em Caxias do Sul. Todos foram unânimes em destacar
o excelente nível da competição, tanto em relação
ao comportamento dos participantes, como a infra-estrutura oferecida. Durante
o encontro da direção geral ampliada, foi definida, ainda, que
a 14a edição das Olimpíadas ocorrerá em Bento Gonçalves.
A data escolhida deverá ocorrer entre 10 e 11 de outubro de 2009.
Setor da Carne Bovina
Audiência
apontou problemas e necessidade de novas discussões
Na manhã de sexta-feira, uma audiência pública na Câmara
de Vereadores de Pelotas reuniu representantes de entidades e sindicatos de
diversas cidades da metade Sul do Estado ligados à alimentação
para discutir questões ligadas à produção de carne
bovina no Rio Grande do Sul. A audiência foi proposta pelo vereador Ivan
Duarte (PT), a pedido da Regional Sul da Federação dos Trabalhadores
das Indústrias da Alimentação (FTIA-RS). Cinco convidados
que integraram a mesa tiveram a palavra, cada um defendendo questões
de seu respectivo setor, mas a conclusão final foi a mesma: “Precisamos
ser parceiros na criação de uma cadeia mais sólida, onde
todos os envolvidos possam ganhar e preparar-se para o futuro”, disse
o presidente da FTIA-RS, Cairo Reinhardt. Todos concordaram que é preciso
organizar novos momentos de discussão nos quais se possa, com mais tempo,
aprofundar o tema e tentar encontrar meios de comum acordo para trazer melhorias
a todos os envolvidos no setor.
Na introdução, o vereador Ivan Duarte pediu desculpas pela ausência
da maioria dos vereadores – somente estavam presentes, além de
Duarte, os vereadores Eduardo Leite e José Inácio -, que não
teriam recebido comunicado da audiência. Em seguida, passou a palavra
ao diretor-executivo do Sindicato das Indústrias de Carnes do Rio Grande
do Sul ( Sicadergs), Zilmar Moussalle, que salientou que “a crise não
vai acabar enquanto não houver consciência que no Rio Grande do
Sul precisamos produzir mais bois, fiscalizar mais e exportar mais”. Moussalle
garante que existe mais de um milhão de abates clandestinos no Estado.
A solução estaria na diminuião da matança clandestina
e no aumento da rastreabilidade. “Se melhorar o rastreamento, em poucos
anos teremos condições de exportar para qualquer país”,
defende.
Representando os produtores rurais, Ricardo Vinhas, questionou as margens de
lucro do varejo, que nunca é sequer mencionada. Ele disse que os produtores
aumentaram as exportações de gado para se defender de uma longa
crise. “Não adianta apontar culpados. Vamos procurar a saída
juntos, temos capacidade de virar o disco e evitar a repetição
desses ciclos negativos no futuro”. Vinhas salienta que, caso não
se tome precauções, daqui a quatro ou cinco anos pode haver nova
crise, inversa, com gado de sobra, o que será bom para os frigoríficos
mas ruim para os produtores, já que o preço da carne irá
baixar.
PREOCUPAÇÃO COM O DESEMPREGO
Darci Pires da Rocha, secretário geral da Federação, frisou
as três principais preocupações dos trabalhadores do setor
de alimentação: a diminuição dos pastos devido ao
crescente uso de áreas à monocultura da celulose e da cana-de-açúcar,
a fim de atenderem a demanda dos biocombustíveis e papeleiras; o aumento
de 57% nos últimos dois anos no embarque de boi vivo para países
como Líbano e Venezuela, com a exportação, cresce o setor
de produção mas quebram indústrias que dependem dos produtos
e sub-produtos oferecidos pelo boi, tais como fábricas de tintas, de
sabão, de sabonete, de embutidos, de ração animal, de produtos
de limpeza, curtumes, etc; a terceira grande preocupação é
com o abate clandestino. “Não queremos admitir mais, nem discutir
férias coletivas e demissões no próximo ano”.
Na seqüência, o presidente da FTIA-RS, Cairo Reinhardt, reinterou
a preocupação dos sindicatos com o desemprego e condenou o uso
de grandes campos para a monocultura de eucaliptos, destinada à celulose.
Reinhardt citou como exemplo recente a compra da histórica fazenda Fernando
Osório, que deixou imediatamente 48 pessoas desempregadas. “É
um prejuízo em empregos, prejuízo para a história e para
o meio ambiente.Qual será o futuro?”, questionou. Reinhardt reforçou
a posição da Federação, que defende oferta de alimentos
mais baratos e de melhor qualidade, sem impacto no meio ambiente e sem aumento
de desemprego.
PRECAUÇÃO
Representante da Secretaria de Estado da Agricultura, Valmor Lanzine lembrou
que a cadeia é desequilibrada porque hoje é muito fácil
trazer carne de outros estados. Atuando na fiscalização do setor
há onze anos, ele afirma que os números citados por Moussalle
são incorretos e que os abatedouros irregulares giram em torno de 25%
e não 50%. “Há um desequilíbio muito grande no setor.
“Tem gente ganhando demais enquanto muitos outros ganhando ‘de menos’”,
comentou. O superintendente regional do Ministério da Agricultura, Carlos
Lima da Silveira, reclamou da ausência na discussão de outros elos
envolvidos, tais como os exportadores do gado em pé, as certificadoras
e os proprietários de supermercados. “Voltamos a ter gado bom,
de qualidade semelhante ao do Uruguai e da Argentina. Agora precisamos nos precaver.
Não adianta só expor o problema de cada um. É preciso sentar,
conversar e encontrar soluções”, disse.
Nas considerações finais, Moussalle reforçou que a organização
da cadeia começa pelo estoque, portanto é essencial sensibilizar
os governantes para melhorar a rastreabilidade. “Precisamos saber quanto
temos, onde transitam e onde são abatidos”. A saída para
a crise, na opinião do diretor-executivo do Sicadergs, está em
organizar a cadeia, dimunuir os abates clandestinos e aumentar as exportações.
Também estiveram presentes na audiência representantes de sindicatos
da alimentação de Alegrete, Bagé, Camaquã, Rio Grande,
Dom Pedrito, São Gabriel, Santa Maria e Pelotas, e também do sindicato
dos metalúrgcos.
Audiência
Pública na Câmara discutirá exportação
de gado vivo e monoculturas de celulose
Atualizada
em 20.11.2008
Nesta sexta-feira (21 de novembro),
às 10h, audiência pública na Câmara de Vereadores
de Pelotas discutirá a exportação de gado vivo e a ocupação
de grandes áreas para a monocultura da celulose e da cana-de-açúcar.
O debate foi proposto pela Regional Sul da Federação dos Trabalhadores
das Indústrias da Alimentação (FTIA-RS).
Ao trazer estes assuntos para a discussão, a Federação
alerta a comunidade para o fato de, por exemplo, o envio de gado vivo para o
Líbano e Venezuela, entre outros países, causará apreensão
na cadeia produtiva do setor da carne. Os pastos em nosso Estado estão
diminuindo significativamente, em conseqüência da ocupação
de imensos campos para a monocultura da celulose e da cana-de-açúcar,
a fim de atender a demanda dos biocombustíveis e papeleiras.
A FTIA-RS salienta que, caso não se tome medidas preventivas a respeito,
a tendência é que em poucos anos desapareçam as atividades
dos frigoríficos gaúchos, o que acarretará em milhares
de pessoas desempregadas.
“Mercado de boi em pé”
A participação do Brasil no chamado “mercado de boi em pé”
começou a crescer a partir de 2004, ano em que os pecuaristas do Pará
fecharam negócios com o Líbano. Naquele ano foram exportados 10,2
mil animais, mas já no ano seguinte, 2005, o número saltou para
110,4 mil. O destino do gado vivo está concentrado, sobretudo, na Venezuela
e no Líbano, que no ano passado compraram, respectivamente, 247,3 mil
e 183,8 mil animais.
O Pará continua na liderança entre os estados, responsável
por 90% das exportações, seguido pelo Rio Grande do Sul e Amapá.
Santa Catarina, único estado reconhecido pela Organização
Mundial da Saúde Animal como área livre de febre aftosa sem vacina,
enviará bezerros à Itália. Outro fator que deve contribuir
para o crescimento no setor são novos protocolos sanitários que
devem ser firmados entre o Brasil e outros países que, até agora,
não compravam o gado brasileiro por receio da contaminação
interna pela aftosa.
Boi vivo: de Rio Grande a Beirute
O navio-curral Almawashi, do Panamá, partiu do Porto de Rio Grande no
dia seis de outubro levando 6,53 mil bovinos para Beirute (Líbano). Para
atender as exigências daquele mercado, o gado é exportado vivo,
com idade máxima de três anos. A previsão inicial era de
enviar 8 mil animais, mas a quantidade foi reduzida porque não houve
espaço físico suficiente.
Preço a pagar
Na contramão, existem denúncias de ONGs ligadas à proteção
animal sobre maus-tratos e falta de infra-estrutura adequada para os animais
nos transportes e nos portos, além da já mencionada preocupação
com a escassez de matéria-prima para os frigoríficos brasileiros
e outras indústrias que dependem dos produtos e sub-produtos oferecidos
pelo boi, tais como fábricas de tintas, de sabão, de sabonete,
de embutidos, de ração animal, de produtos de limpeza, curtumes,
etc.
Encontro
do Coletivo de Formação e Comunicação da FTIA/RS
Atualizada em19.11.2008
O encontro do Coletivo de Formação e Comunicação
da FTIA/RS está programado para o dia 27 de novembro, às 14h,
na sede da Federação. Na pauta: 01) Informes; 02) Material de
formação; 03) Comunicação; 04) Agenda final de ano;
05) Planejamento 2009; 06) Assuntos Gerais.
Federação
cria Frente Parlamentar em Defesa dos Trabalhadores da Alimentação
Atualizada em 04.11.2008
Na sexta-feira,31, durante
encontro com a direção geral da FTIA-RS e vereadores eleitos integrantes
de sindicatos do setor, foi criada a Frente Parlamentar em Defesa dos Trabalhadores
da Alimentação do RS. Estiveram presentes, o presidente do Sindicato
da Alimentação de Santa Rosa, Valdecir Hensing (PMDB),
o presidente do Conselho de Habitação de Montenegro e vice-presidente
do Conselho Municipal de Saúde (2007), Laureno Aloisio Renner
(PSB), o assessor jurídico do Sindicato da Alimentação
de Rio Grande, Alexandre Lindenmeyer (PT), o presidente do
Sindicato da Alimentação de Ijuí, Gladimir Ribeiro
da Silva (PSDB) e diretor de formação do Sindicato da
Alimentação Erechim/Gaurama, Anacleto Zanella (PT).
A proposta é desenvolver políticas comuns, independente de cores
partidárias, em defesa de demandas como saúde do trabalhador,
educação, moradia de qualidade, entre outras. “ Precisamos
unir forças e desenvolver ações conjuntas para a melhoria
das condições de vida dos trabalhadores. Vamos formalizar uma
pauta comum, especialmente neste momento em que estamos sendo alvos de ataques
contra a estrutura sindical e trabalhista”, afirma o presidente da FTIA-RS,
Cairo Reinhardt. Outro parlamentar que poderá se incorporar
a essa luta é o deputado Fabiano Pereira, que tem pautado
sua atuação na Assembléia Legislativa em defesa dos trabalhadores
da alimentação.
Ação
impediu a posse do coronel Hoffmeister em Lajeado
Atualizada em 01.11.2008
O deputado Dioniso Marcon, (PT), em nome da bancada do Partido dos Trabalhadores, subiu a tribuna (30) para elogiar o movimento do Ministério Público de Lajeado, que, através de uma ação inédita e deferida pela juíza Carmen Rosa Constante Barghouti, impediu a posse do coronel Hoffmeister, que substituiria o atual comandante Regional de Policiamento Ostensivo (CRPO) de Lajeado, Tenente-Coronel Antônio Scussel.
Segundo Marcon a decisão do comandante geral de Brigada Militar Paulo Roberto Mendes, de avalizar a substituição de Scussel, lamentavelmente, foi política. Para o promotor que coordenou às ações a prisão do presidente da Câmara de Lajeado e candidato a vereador Márcio Klaus (PSDB), foi o real motivo que a acabou por atingir o alto escalão do Piratini - Klaus é primo do chefe de gabinete da governadora Yeda Crusius, Ricardo Lied.
O documento do MP, segundo o parlamentar, aponta diversas irregularidades dentro do ato da BM. Por exemplo, dentro do quadro organizacional do CRPO não existia uma vaga para o cargo de coronel", conforme explicou o promotor Carlos Augusto Fiorioli. Eles também apontaram o princípio da impessoalidade e o fato de Hoffmeister não ter ficado no cargo de comandante do CRPO das Missões, em Santo Ângelo, por dois anos - o que seria obrigatório para que recebesse nova autorização para transferência.
Numa ampla reportagem veiculada hoje (30) no jornal O Informativo do Vale, o próprio coronel Mendes (Paulo Roberto, comandante-geral) Mendes diz que os cargos de chefia dentro da instituição são, sim, políticos. No entanto, afirma Marcon, o aparelhamento político da Corporação no sentido de dar proteção a atos de corrupção está colocando a BM numa situação vergonhosa
Na ação, segundo Marcon, os promotores destacaram o fato de que a troca foi divulgada apenas três dias depois da inauguração do novo prédio e do aniversário de dez anos do CRPO e pouco tempo depois do resultado de investigação de um ente político.
"Confirmadas as alegações feitas pelos promotores de Justiça, de que o tenente-coronel Antônio Scussel está sendo alvo de represálias políticas devido ao bom trabalho desenvolvido na comunidade, estamos diante de verdadeiro ataque às garantias do Estado Democrático de Direito".
Marcon voltou a cobrar uma posição pública da Assembléia Legislativa em relação à conduta do coronel Mendes no trato com os movimentos sociais, servidores e parlamentares da oposição. "Quem age dentro da lei é punido pelo comandante, que vem afrontando a Constituição com suas ações truculentas. Agora, ele partiu também para a perseguição política. A Assembléia não pode se calar diante de mais este absurdo", finalizou.
Acorda
Peão
Comissão de Trabalho aprova o nefasto PL 4.302/98
do ex-presidente FHC
Atualizada em 29.10.2008
Governo neoliberal implantado por FHC deixou rastros nojentos para a vida dos
trabalhadores Com cinco destaques, foi aprovado o Projeto de Lei que dispõe
sobre as relações de trabalho na empresa de trabalho temporário
e na empresa de prestação de serviços a terceiros.
É mais uma das heranças malditas dos tucano Na última semana,
a Comissão de Trabalho da Câmara aprovou com cinco destaques, o
PL 4.302/98, do ex-presidente neoliberal Fernando Henrique Cardoso, que dispõe
sobre as relações de trabalho na empresa de trabalho temporário
e na empresa de prestação de serviços a terceiros. A matéria
ainda será examinada pela Comissão de Constituição
e Justiça, antes de ir a votos no plenário. Estranhamente, apesar
dos alertas do DIAP, a mensagem do Executivo 389, que pede o arquivamento do
projeto, encaminhada pelo presidente Lula assim que assumiu o primeiro mandato,
não é lida e votada pelo plenário da Câmara. Como
se vê, a agenda sindical positiva no Congresso é ignorada pela
base aliada.
O Fórum Sindical dos Trabalhadores (FST) articula movimento para
que o plenário vote a mensagem de Lula para arquivar o projeto. O projeto
de lei representa o fim do vínculo empregatício, que poderá
até existir no papel, mas dificilmente será adotado pelas empresas.
Veja
por que: 1 - O projeto generaliza a contratação terceirizada
em caráter permanente e para qualquer atividade, urbana ou rural, inclusive
do mesmo grupo econômico.
A empresa poderá ter 100% dos seus funcionários por terceirização
ou até mesmo quarteirização.
2 - A proposição assegura não haver "vínculo
empregatício entre os trabalhadores ou sócios das empresas prestadoras
de serviços (...) e a empresa contratante". Ora, isso legaliza aquela
situação em que a empresa "propõe" ao seu empregado
a abertura de uma empresa ou a adesão a uma pseudocooperativa. Um prato
cheio para a Super-Receita analisar... Afinal, quem são os "sócios"
se não os funcionários que passaram a condição de
"prestador de serviços", cooperados ou não ?. Esse é
o grande "pulo do gato". Livra a empresa do ônus de contratar,
promovendo, simultaneamente as reformas trabalhista e tributária.
3 - Ainda que exista vínculo do empregado com a empresa prestadora de
serviço, uma coisa é certa: ao contratar "serviços"
e não mais pessoas, a empresa estará livre de cumprir as regras
estabelecidas por Convenções Coletivas dos empregados agora substituídos
por "terceirizados".
4 - A proposta ainda retroage no tempo e declara "anistiadas dos débitos,
das penalidades e das multas" as empresas que vinham contratando irregularmente
os trabalhadores, antes da eventual mudança.
5 - Pior ainda: a nova modalidade instituída pelo projeto não
vale para as empresas que já vinham contratando irregularmente (as mesmas
que serão anistiadas). Para essas, os contratos "poderão
adequar-se à nova lei", mediante contrato entre as partes.
6 - O projeto ainda exime a empresa tomadora dos serviços da responsabilidade
pelo não-pagamento das contribuições previdenciárias
e/ou trabalhista. Embora seja ela a maior beneficiária, sua responsabilidade
é apenas subsidiária em relação aos danos causados
ao trabalhador ou aos cofres públicos. Além de introduzir a terceirização
como norma legal, o PL 4.302 altera as regras de contratação temporária,
também por empresa interposta. Entre outras medidas, um trabalhador poderá
permanecer em uma empresa como "temporário" por até
270 dias ou prazo ainda maior, se constar de acordo ou convenção
coletiva. Ao final do contrato, sai da empresa com uma mão na frente
e outra atrás... A proposta também cuida de assegurar que não
existe vínculo empregatício entre o empregado temporário
e a empresa contratante. Portanto, mais do que flexibilizar, o PL 4.302/98 rasga
e joga na lata do lixo os parcos direitos conquistados pelos trabalhadores com
a Consolidação das Leis do Trabalho. Clique aqui para ler o artigo
Precarização da Vida e do Trabalho: 1998, o ano que (ainda) não
terminou elaborado pelo DIAP - Departamento Isntersindical de Assessoria
Parlamentar.


Brigada Militar, com o aval da Governadora Yeda, usa de violência
para reprimir manifestações dos trabalhadores
Atualizada em 21.10.2008
A Marcha dos Sem nunca tinha sido reprimida com tamanha violência
A Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação,
a CUT e os movimentos sociais participaram na tarde de quinta-feira, 16 de outubro,
da 13ª Marcha dos Sem, no centro de Porto Alegre. A pacífica manifestação
e protesto contra uma série de desmandos no Estado, praticados pelo Governo
Yeda, transformou as imediações do Palácio Piratini num
“ campo de ação da Brigada Militar”.
Mais de 500 policiais enfurecidos impediram o acesso do caminhão ao espaço
tradicionalmente usado para manifestações. Durante a negociação
para liberar o acesso, três bombas de efeito moral foram lançadas
no meio da multidão.
Mais de 20 trabalhadores ficaram feridos, nove foram conduzidos ao Hospital
de Pronto Socorro da capital.
O barulho e a fumaça, provocados pelos artefatos, serviram de cortina
para que balas de borracha fossem lançadas no meio da multidão.
As lideranças sindicais e dos movimentos sociais já deixaram claro
que essa postura do governo do estado e da Brigada Militar não irá
intimidar os trabalhadores. Ao assinar com a repressão às manifestações
públicas, Yeda deixa claro que não tem pulso para governar o estado.
É um governo covarde, sem nenhuma capacidade de negociar, que faz uso
da violência para se impor. Yeda não pode continuar governando
um estado que sempre esteve na vanguarda positiva. Hoje, continua na vanguarda,
só que pelo lado negativo, o lado da intolerância.
A CUT divulgou a relação de feridos que
foram conduzidos ao HPS:
Marli Kumpel da Silva - CPERS - Erechim
Enilson Poll da Silva - CPERS - Rio Grande
Luiz Antonio Pascoal - CPERS - Osório
Margarete Rodrigues - CPERS - Porto Alegre
Marliane Ferreira Santos - CPERS - Porto Alegre
Claudio André Leninski - Metalúrgico - Novo Hamburgo
Elton Jesus Ferreira - MST
Edirlei Lunckes de Almeida - MST - Sarandi
Silvério José Stolben - Comerciário - Santa Cruz do Sul
Colaborou: João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato
XIII
Olímpiada da Alimentação foi sucesso total
Atualizada em 20.10.2008 Fotos:
FTIA-RS
8
A Federação dos Trabalhadores do RS e o Sindicato da Alimentação de Caxias do Sul comemoram o sucesso de mais uma Olimpíada Estadual da Alimentação. A décima terceira edição foi um grande sucesso com a participação de centenas de trabalhadores de todo o estado. O resultado final pode ser verificado clicando aqui olimpiadacaxias.
Foram realizadas as competições
de rústica, futsal, futebol máster, futebol sete, nas categorias
masculino e feminino. A cerimônia de abertura as premiações
no final do dia, o almoço, o Festival de Música e Imitações,
a escolha da Rainha da competição e o baile de encerramento ocorreram
na sede da Fundação Marcopolo.
No Clube União Forquetense ocorreram às competições
de bolão e bocha e na sede do sindicato da alimentação.
FTIA-RS
faz alerta no Dia Mundial da Alimentação : 16 de outubro
Panfleto está sendo distribuído em todo o Estado
Atualizada
em 14.10.2008
Todos os anos, mais de 150 países celebram o Dia Mundial da Alimentação
que é comemorado em 16 de outubro. O objetivo é fazer
uma reflexão sobre a situação que enfrentam as pessoas
que passam fome e estão desnutridas, além de promover em todo
o mundo a participação da população na luta contra
a fome. Este ano o dia será dedicado aos desafios da mudança Climática
e à bioenergia. Em época que se discute em todo o mundo a escassez
de alimentos, e rápido aumento de preços, o que pode agravar o
numero de vítimas da fome, a discussão sobre a produção
de alimentos volta novamente à pauta.
Federação
denuncia risco de deserto verde no RS
Atualizada
em 14.10.2008
A Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação
do Estado do Rio Grande do Sul, entidade que congrega 40 sindicatos filiados
e representa mais de 100.000 trabalhadores em suas bases já expressou
sua preocupação com o tema no início deste ano, quando
entregou documento ao presidente Luis Inácio Lula da Silva onde registra
a preocupação da categoria com a execução de políticas
públicas federais e estaduais que vem penalizando os trabalhadores, como
também a população em geral, e que vem causando a diminuição
da produção de alimentos no Estado, em função dos
investimentos na monocultura do eucalipto e suas conseqüências em
termos de segurança alimentar e principalmente na queda de postos de
trabalho. O nosso estado, tipicamente agrícola e produtor de alimentos,
aos poucos esta se transformando em um deserto verde, significando diminuição
de alimentos e terra estéril. Neste dia 16, queremos que as autoridades
se conscientizem da importância que o tema expressa, e desenvolvam programas
de incentivo a produção de alimentos, para que seja possível
em um menor tempo possível minimizar o sofrimento de milhares de pessoas
que estão ficando cada vez mais sem acesso ao alimento.
Desertos verdes: lucro e devastação no
RS
Atualizada
em 14.10.2008
Segundo o professor de Biologia, Dr. Paulo Brank, da Universidade Federal do
Rio Grande do Sul (UFRGS), mais de 90% da celulose das três gigantes multinacionais
Stora Enzo, Aracruz, Votorantin, será pasta para celulose para exportação.
“O papel será feito no primeiro mundo e as terras esgotadas e a
poluição ficarão por aqui. O capital internacional viu
que as terras aqui são baratas, as pessoas estão largando suas
lidas no campo para arrendar ou vender suas terras”, afirma Brank. O projeto
das três empresas é de plantar mais de 1 milhão de hectares
de monoculturas de árvores exóticas para alimentar o crescimento
infinito do consumo de papel. Brank acredita que se for diminuído o consumo
de papel, o que a terra agradeceria, as empresas vão faturar menos e
que estas monoculturas estão gerando o aumento do êxodo rural e
a insustentabilidade financeira do agricultor ou pecuarista no Uruguai, Chile
e Brasil.
Afirma o biólogo que as empresas citadas visam o seu crescimento de forma
ilimitada, o que ele chama de hipertrofia ilimitada de capital concentrador
e excludente, que destrói a diversidade, cultura e natureza diversa para
padronizar a grande escala de consumo e produção. Diz, ainda,
que isso está levando a terra a sucumbir os mais elementos princípios
da vida. Brank critica os danos contra a sócia biodiversidade, pelo esgotamento
da capacidade de suporte dos ambientes naturais, que sofrem mais com a expansão
da fronteira da monocultura, seja ela da silvicultura ou de outras culturas
em grande escala.
Encontro
do Coletivo de Formação e Comunicação ocorre nesta
quarta-feira, às 14h
Atualizada em 14.10.2008
Nesta
quarta-feira, 15 de outubro, às 14h, haverá encontro do Coletivo
de Formação e Comunicação da FTIA/RS, na sede da
entidade, em Porto Alegre. Na pauta, informes; material de formação;
comunicação e atividades previstas para o final de ano. De acordo
com o Secretário de Formação e Comunicação
FTIA/RS, Valdemir Corrêa é importante também, a participação
dos sindicatos nas atividades do dia 16 de outubro. Pela manhã, ocorrerá,
às 9h, Seminário “Crise dos Alimentos Por que? Para quem?
no Salão da Igreja Pompéia, na Rua: Drº Barros Cassal, 220,
em Porto Alegre. À tarde, a Federação e os sindicatos participam
da 13ª Marcha dos SEM às 14h. A concentração ocorrerá
no Parque da Redenção (atrás do Instituto de Educação)
para mais uma edição da marcha.
Circular
FTIARS nº 43/2008
Porto Alegre, 25 de Setembro
de 2008.
À s
Empresas do Grupo da Alimentação
E/ou Escritórios de Contabilidade
Ref: Convenção Coletiva
2008.
Estimados Senhores:
Comunicamos que as Convenções Coletivas de Trabalho da categoria
da Alimentação RS, com vigência a partir de 01 de junho
de 2008, estã depositadas no site do Ministério do Trabalho
e Emprego.
Para ter acesso e imprimir a Convenção Coletiva de Trabalho é necessário
acessar o site www.mte.gov.br – Sistema Mediador – Consultar Instrumentos
Registrados ou Acompanhar Solicitação. É necessário,
ainda, a informação da MR respectiva e o CNPJ do requerente,
neste caso 92.970.045.0002-07.
Alimentação em Geral – MR013740/2008
Mate - MR0146172008
Vinho - MR0145382008
Cerv. e Beb. em Geral - MR0138172008
Alim. Animal
(Ração)
- MR011965/2008
Avícolas - MR 012857/2008
Suínos - MR015088/2008
Os acordos firmados neste ano renovam as cláusulas anteriores, e estabelecem
a correção dos Salários, o piso e a política salarial
para o período 2008/2009.
As
demais cláusulas, seja as econômicas, ou as cláusulas
sociais são as mesmas dos respectivos acordos anteriores, sendo que
as econômicas são corrigidas pelo mesmo índice do salário.
Lembramos que os acordos coletivos de trabalho visam garantias mínimas
aos trabalhadores. No entanto, se a legislação salarial posterior
a este acordo for mais benéfica ao trabalhador, esta prevalecerá.
Por fim, solicitamos às empresas cuja contabilidade seja feita por escritórios
contábeis, que remetam o bloqueto anexo aos respectivos escritórios,
uma vez que o bloqueto é nominal à empresa.
Em caso de dúvidas, consulte a Federação – Fone/fax:
051.32242580 – 32242065 – E-mail: ftiars@cpovo.net – Home
Page: www/ftiars.org.br.
Atenciosamente.
Luiz Carlos Costa de Araujo
Secretário de Finanças da FTIARS
Terceirização: PL de FHC é prioridade de votação
na Câmara
Atualizada em 25.09.2008 -------------------------------------Por
Carlos Alberto Alysson Alves
O DIAP alerta que o famigerado PL 4.302/98, do ex-presidente Fernando
Henrique Cardoso, que dispõe sobre as relações de trabalho na empresa
de trabalho temporário e na empresa de prestação de serviços
a terceiros, está incluído na agenda de prioridades de votações
das próximas duas semanas que antecedem as eleições municipais.
A inclusão do projeto na agenda de votações foi uma decisão
dos líderes partidários, que pretendem, ao invés de apreciar
a mensagem de retirada da matéria - uma das primeiras iniciativas de
Luiz Inácio Lula da Silva assim que assumiu o 1º mandato de presidente
da República -, aprovar, com nova roupagem, o projeto FHC.
Cinco anos
de engavetamento
A Mensagem do Executivo 389/2003, de retirada do
PL 4.302/98, completou cinco anos de engavetamento na Câmara
dos Deputados. O pedido de arquivamento do projeto foi feito no dia 19/03/2003,
em cumprimento ao acordo com o movimento sindical, que entende ser a proposição
prejudicial aos trabalhadores.
Com a postergação na leitura e votação da mensagem
de retirada, o projeto continua tramitando na Câmara. Está na
Comissão de Trabalho com relatoria sob responsabilidade do vice-líder
do PR, deputado Sandro Mabel (GO), um dos principais defensores da terceirização
no Congresso.
Sandro Mabel é também presidente da subcomissão criada
para analisar todas as matérias em tramitação na Câmara
que tenham como temário a terceirização. O parlamentar é autor,
entre outras matérias, do PL 4.330/04, que dispõe sobre o contrato
de prestação de serviço a terceiros e as relações
de trabalho dele decorrentes.
Mensagem
Destacamos dois argumentos da exposição de motivos do ex-ministro
do Trabalho, Jaques Wagner no pedido de arquivamento do PL 4.302/98: “o
projeto retira a característica urbana do trabalho temporário,
abrindo a possibilidade de sua aplicação na atividade rural,
o que abre portas para legalização do famigerado “gato”,
um dos principais elementos ativos no cometimento do crime de submissão
de trabalhadores a condição análoga à de escravo.”Ainda, segundo a exposição de motivos, “o projeto em análise,
se aprovado, redundará em graves prejuízos aos trabalhadores
temporários urbanos que terão aprofundadas as incertezas, hoje
existentes, em relação ao recebimento de seus direitos. E, finalmente,
propiciará condições para o crescimento da prática
da submissão de trabalhadores a condição de escravos.”
Reivindicação
No dia 02 de maio de 2008, ao fazer uma visita de
cortesia ao DIAP, o presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Clinaglia
(PT/SP), foi informado de que a não retirada do projeto incomoda e preocupa
intensamente o movimento sindical. A preocupação é que
o projeto some-se às propostas
em tramitação na Câmara e se abra uma avenida para a flexibilização
e retirada de direitos trabalhistas. Para colocar um ponto final nessa novela
da flexibilização de
direitos trabalhistas, as lideranças sindicais devem pressionar o
Governo e a base aliada para a leitura da mensagem presidencial que pede
o arquivamento
do projeto de FHC.
NOTA DE REPÚDIO
Atualizada
em 17.09.08
A FEDERAÇÃO DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DA ALIMENTAÇÃO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, pelo presente vem manifestar seu repúdio a prática anti-sindical da empresa Perdigão S/A, que de forma arbitrária demitiu o companheiro Pedro Valmir da Silva, diretor do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação de Lajeado.
Dentro das prerrogativas sindicais, a livre manifestação de dirigentes, democraticamente eleitos pelos trabalhadores, é uma garantia constitucional e prática consagrada em qualquer parte do mundo civilizado. Infelizmente para a Empresa Perdigão S/A, o direito de manifestação é uma prática permitida apenas para os que concordam com seus interesses, sendo que para aqueles que ousam discordar, o tratamento dispensado é a demissão sumária.
O companheiro Pedro Valmir da Silva
cometeu o “crime hediondo” de
levantar a sua voz para defender os trabalhadores contra o interesse da Perdigão
e agora tem a sua subsistência e de sua família ameaçada.
O mais absurdo disso tudo é que, sendo a Perdigão uma empresa
que alardeia a alta qualidade de seus produtos e sua confiabilidade perante
aos consumidores no Brasil e no mundo, investindo pesado em marketing institucional
para demonstrar todo trabalho social que desenvolve nas comunidades onde suas
fábricas estão instaladas, é inconcebível que ainda
se utilize de práticas anti-sindicais que mais condizem com uma empresa
do século passado.
Desta forma, a Federação dos Trabalhadores da Alimentação do Rio Grande do Sul – FTIA/RS colocar-se–á frontalmente contra esse tipo de arbitrariedade e denunciará em todas as instâncias, nacionais e internacionais a posição da Empresa Perdigão S/A, até que seja revisto este tipo de procedimento e que o Diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Alimentação de Lajeado seja reintegrado ao seu local de trabalho e tenha sua liderança, que foi concedida pelos trabalhadores de maneira democrática, respeitada pela empresa.
CAIRO FERNANDO REINHARDT
Presidente
Encontro
da formação dia 18 de setembro
Atualizada
em 12.09.08
A Secretaria de Formação lembra da importância da participação na reunião do dia 18 de setembro, às 14 horas, na sede da FTIA-RS. Na pauta, informes; Material de formação; Comunicação e Assuntos Gerais.
| Pernod Ricard Federação
planeja ações até 2010 A Federação dos Trabalhadores nas Indústrias
da Alimentação do RS já tem em mãos o seu
planejamento das políticas a serem implementadas até 2010.
As ações foram tiradas no Seminário de Planejamento
Político Estratégico, realizado nos dias 28 e 29 de agosto,
na sede da entidade, em Porto Alegre. Principais Eixos apontados no Seminário: 2. Negociações coletivas: 3 Reorganização das Regionais: 4. Definição de uma política
social mais ampla para a entidade: 5. Projetos Pista e Alerta:
Somente
a pressão dos trabalhadores pode garantir a revogação
do Fator Previdenciário, projeto do senador Paulo Paim (PT), já
aprovado no senado federal e que agora está tramitando na Câmara
dos Deputados. A mobilização dos trabalhadores foi conclamada
por Paim, durante o Seminário Estadual sobre Direitos Sociais e
Previdência, ocorrido nos dias 21 e 22 de agosto, em Santa Maria,
com a participação de aposentados, dirigentes e assessores
jurídicos de entidades sindicais. O evento foi promoção
conjunta do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias e Cooperativas
da Alimentação de Santa Maria e Região - (SINTICAL),
Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação
RS (FTIA/RS) e Central Única dos Trabalhadores (CUT).
Paim (PT-RS)
explica o que é o Fator Previdenciário e porque está
propondo seu fim FTIA-RS- O
que é o Fator Previdenciário? FTIA-RS -
Ele existe desde quando? FTIA-RS -
Como o INSS calcula o valor das aposentadorias hoje? FTIA-RS -
Qual o objetivo da extinção do Fator ? FTIA-RS -
O que o trabalhador vai ganhar com o fim do Fator? FTIA-RS -
O governo diz que não é possível acabar com fator
previdenciário. Isto é verdade? FTIA-RS -
O projeto já foi aprovado no Senado. Quais as chances de aprovação
na Câmara dos Deputados e depois como ficará quando for para
sanção do Presidente? FTIA-RS -
O senhor acredita que o projeto sofrerá muitas emendas? Isto não
poderá descaracterizá-lo? FTIA-RS -
Como o senhor tem visto a repercussão de sua proposta na sociedade
em geral? O projeto é bem aceito? Federação
promove Seminário sobre Previdência em Santa Maria A Federação dos Trabalhadores nas Indústrias
da Alimentação do Estado do Rio Grande do Sul, o Sindicato
dos Trabalhadores nas Indústrias e Cooperativas da Alimentação
de Santa Maria e Região e a Central Única dos Trabalhadores
- CUT/RS promovem dias 21 e 22 deste mês no Hotel Morotin, em Santa
Maria, o Seminário Estadual sobre Direitos Sociais e Previdência.
O encontro tem por objetivo debater temas como os direitos sociais dos
trabalhadores, com foco para a proteção aos Direitos Indisponíveis,
a Reforma Previdenciária e Fator Previdenciário. Ampliar
e intensificar a luta no sentido de garantir direitos dos trabalhadores,
no âmbito das relações de trabalho e institucionais.
A abertura do evento ocorre no dia 21, às 13h30min, logo após
acontece palestra com o Presidente da Associação dos Magistrados
do Trabalho/RS, Luiz Antônio Colussi, que vai falar sobre "A
Proteção aos Direitos Indisponíveis dos Trabalhadores".
Ainda no mesmo dia, às 15h30min, o Procurador Regional do Ministério
Público do Trabalho 4ª Região, André Trabalhadores
da Perdigão de Teotonia, entram em greve e conquistam abono
Assessor
da Federação é nomeado Desembargador do TRT-RS Secretária
da Mulher da FTIA-RS recebe Troféu Mulheres Negras em Movimento Marau
e Região Itaqui
e Região Erechim
e Região Passo Fundo e Região
Trabalhadores
do Penasul entram em greve Encontro
do Coletivo de Formação é nesta quinta(17) Palestrantes
são confirmados para Seminário em Santa Maria Saem acordos
da Perdigão de Lajeado e Aurora Fechado
acordo do setor avícola 9º
Congresso Estadual da Federação é sucesso Um grande encontro, com intenso debate de lideranças sindicais da alimentação de todo o Estado, elegeu as políticas que irão nortear a federação pelos próximos anos. Assim podemos resumir o 9º Congresso Estadual da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação do RS (FTIA-RS), ocorrido de quinta-feira(26) a sábado no Balneário Pinhal. Foram aprovadas várias teses, moçõe de apoio e até mudanças no estatuto da entidade. O caderno final com as teses estará à disposição da categoria no site assim que ele for finalizado. Abertura
com críticas ao governo Yeda e a ação da Brigada
Militar
Trabalhadores
da Alimentação debatem conjuntura e problemas da categoria Seminário
de Saúde de Bagé atinge objetivos Setor
avícola em Estado de Greve Coletivo
de Formação tem encontro dia 12 Seminário
de Saúde e Meio Ambiente de Bagé é dia 13 Programação: Dia 13 de junho de 2008. 9 horas - Abertura
do Seminário 9 h 30 min - Monocultura
de eucaliptos no Rio Grande do Sul 10:30 min - Café 10: 45 min - Debate 12 h - Intervalo para almoço 14 h - Tema: Políticas
de Saúde para Trabalhadores nas Indústrias 15 h - Café 15:45 h - Saúde
do Trabalhador 18 h - Encerramento Trabalhadores
da Perdigão de Lajeado em estado de greve Seminário
de Caxias tem ampla participação Caxias
sedia Seminário de Saúde e Meio Ambiente Dia 29 de maio de 2008. 13 horas - Abertura do Seminário - STIA Caxias do Sul Tema: Meio Ambiente e Ministério Público Coordenadora
da mesa: Dra. Priscila Boaroto 18 h - Encerramento do primeiro dia Dia 30 de maio de 2008. 09
horas - Abertura do Seminário 09
h 30 min - Monocultura de eucaliptos no Rio Grande do Sul 10:30 min - Café 10: 45 min - Debate 12 h - Intervalo para almoço 14
h - Assédio Moral no Ambiente de Trabalho 15 h - Café 15:45
h - Saúde do Trabalhador Novo
mínimo da categoria é R$ 499,40 Federações
denunciam ataque à organização sindical Negociação
geral da Alimentação é nesta terça-feira(20) Reajuste
do piso regional não apresenta evolução FTIA-RS
debate Silvicultura e exportação de gado FTIA-RS
reúne direção geral nesta sexta(25) Seminário
sobre a Convenção 151 da OIT |