aguarde enquanto carrega
 
Com FMI, recessão continua em 2004

As perspectivas são de mais desemprego e maior arrocho salarial para o próximo ano. Ao assinar o novo "acordo preventivo" de 14,8 bilhões de dólares com o Fundo Monetário Internacional, o governo manteve as amarras neoliberais que impedem o desenvolvimento social: meta de 4,25% de superávit primário e compromisso com a cartilha do Fundo para ganhar credibilidade externa. Para o economista Ricardo Carneiro, além de desnecessário, o acordo torna quase "irreversível" o caminho da atual política econômica. Nesse cenário, a produção industrial estaciona, o comércio enfrenta o 11º mês de baixa. Assim, a avaliação do primeiro ano de governo é positiva para os setores conservadores; mas preocupa a população.

 
 
 
Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação do Rio Grande do Sul
Rua Jerônimo Coelho, 303 - Cep: 90010-241 - Porto Alegre - RS
Fone/Fax: 0xx51. 3224.2580 - 3224.2065